
Eu amo o Carlos, não sei por quanto tempo o amarei, talvez até o momento em que ele me peça para largar o cigarro, ou até que me peça para parar de brincar, até que exija que eu crie juízo, até que diga que estou acima do peso, até que me impeça de falar, até que reclame da minha comida, até que me prive dos pagodes, até que me traia com uma Modelo, até que não queira discutir relação, até que me peça para acompanhá-lo ao estádio, até que evite meus amigos, até que me cobre responsabilidades, até que me tire a alegria, até que me faça arrepender, até que me maltrate, até que não me queira ter.
E assim o amarei, sendo-lhe fiel na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, respeitando suas rabugices e aturando todos os jogos de Campeonatos Municipais, Estaduais, Brasileiros e Internacionais, fingindo-me de morta nos comentários de radio, jornal e TV até que sua morte ou meu suicídio nos separe.

Ora ,grande vantagem se amar um homem gentil e doce ,como o Carlos...oia pá isso ,pressão!
ResponderExcluir